"Falaram-me os homens em humanidade,
Mas eu nunca vi homens nem vi humanidade.
Vi vários homens assombrosamente diferentes entre si.
Cada um separado do outro por um espaço sem homens"
Alberto Caeiro
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Meu amigo... Meu violão
Violão, aquele que embalou os boleros de boêmios amadores, não mais do que da vida, e não mais do que da boemia.
És tu, violão, que cantas comigo as tristezas das paixões desse coração louco.
Cantas, também, refrões sobre uma mulher, aquela mulher, que nos fez cantar essa canção de forma tão apaixonada, tão suntuosa.
Grande companheiro dileto, o único afeto, que um dia, assim, se referiu o poeta.
Canta e encanta com notas sonoras as palavras que escrevo: amar é dever daqueles que se propõe a viver. Viver sem amar é morrer, a cada dia, sem viver.
Meu violão, me acompanhas a tanto tempo... Se tuas frases delicadas forem capazes, que traga de volta as memórias que cantamos juntos.
És tu, violão, que cantas comigo as tristezas das paixões desse coração louco.
Cantas, também, refrões sobre uma mulher, aquela mulher, que nos fez cantar essa canção de forma tão apaixonada, tão suntuosa.
Grande companheiro dileto, o único afeto, que um dia, assim, se referiu o poeta.
Canta e encanta com notas sonoras as palavras que escrevo: amar é dever daqueles que se propõe a viver. Viver sem amar é morrer, a cada dia, sem viver.
Meu violão, me acompanhas a tanto tempo... Se tuas frases delicadas forem capazes, que traga de volta as memórias que cantamos juntos.
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